O livro "Os Axiomas de Zurique" trouxe ideias muito interessantes que contrariam o senso comum sobre investimentos. O autor aborda axiomas, ou seja, regras não comprovadas cientificamente, utilizados por seu pai, um banqueiro suíço, para enriquecer em Wall Street após a segunda guerra mundial.
A Suíça é um país pequeno e montanhoso localizado no meio da Europa, sem recursos naturais significantes. No entanto, possui uma das maiores rendas per capita do mundo, devido à educação financeira da população e ao sucesso de seus investidores, símbolo do país.
A obra inicia comentando o fato de que a maioria das pessoas deseja ganhar e obter sucesso, mas sem apostarem nada. Porém, a própria vida é um jogo, já que para qualquer ganho faz-se necessário arriscar algo. Para namorar a guria ou o guri dos sonhos, precisa primeiramente ter a coragem de pedi-la (o) em namoro, fato que possui o risco da rejeição.
Logo após, aborda trechos de conversas entre o escritor e seu pai sobre investimentos, desde o ensino médio. Algumas partes interessantes são a reclamação do pai sobre as escolas não ensinarem sobre especulação, ou seja, como correr riscos e ganhar, onde compara um garoto criado na América sem saber especular com estar em uma mina de ouro sem ter uma pá.
Outra ideia interessante é a recomendação do banqueiro sobre decisões de carreira do filho.
A introdução termina explicando como o livro foi elaborado. O garoto não conseguia obter ganhos com a bolsa de valores, enquanto o pai acumulava fortunas. Quando ele questionou o banqueiro sobre como conseguia esse feito, o pai não tinha uma resposta.
No entanto, o patriarca começou a perguntar-se sempre quais eram os motivos que o faziam tomar determinada decisão e isolou as ideias, montando, junto com seus amigos investidores, uma lista de regras práticas sobre investimentos, os Axiomas de Zurique.
A Suíça é um país pequeno e montanhoso localizado no meio da Europa, sem recursos naturais significantes. No entanto, possui uma das maiores rendas per capita do mundo, devido à educação financeira da população e ao sucesso de seus investidores, símbolo do país.
A obra inicia comentando o fato de que a maioria das pessoas deseja ganhar e obter sucesso, mas sem apostarem nada. Porém, a própria vida é um jogo, já que para qualquer ganho faz-se necessário arriscar algo. Para namorar a guria ou o guri dos sonhos, precisa primeiramente ter a coragem de pedi-la (o) em namoro, fato que possui o risco da rejeição.
Logo após, aborda trechos de conversas entre o escritor e seu pai sobre investimentos, desde o ensino médio. Algumas partes interessantes são a reclamação do pai sobre as escolas não ensinarem sobre especulação, ou seja, como correr riscos e ganhar, onde compara um garoto criado na América sem saber especular com estar em uma mina de ouro sem ter uma pá.
Outra ideia interessante é a recomendação do banqueiro sobre decisões de carreira do filho.
Não pense apenas em termos de salário. Ninguém fica rico com salário, e há muita gente que fica pobre. Tem que ter mais do que isso. Algumas boas especulações, é disso que você precisa.
A introdução termina explicando como o livro foi elaborado. O garoto não conseguia obter ganhos com a bolsa de valores, enquanto o pai acumulava fortunas. Quando ele questionou o banqueiro sobre como conseguia esse feito, o pai não tinha uma resposta.
No entanto, o patriarca começou a perguntar-se sempre quais eram os motivos que o faziam tomar determinada decisão e isolou as ideias, montando, junto com seus amigos investidores, uma lista de regras práticas sobre investimentos, os Axiomas de Zurique.


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